Final de semana passado viajei a trabalho. Viagem de trem para o Vale do Rio Doce. Viagem bonita cheia de sensações. O trem seguindo o seu trilho, o lindo mar de morros das Gerais passando pela janela com o vagar que ela merece. Durante todo o trajeto eu só pensava, isso merece um belo post no blog, já que não tenho aqui comigo uma máquina fotográfica para compartilhar o que os meus olhos de mineira apaixonada por sua terra viram. Muitas coisas passaram pela minha cabeça durante o trajeto sobre a mineiridade, o trem, o ferro, Carlos Drummond, essa Minas que se impregna na gente. Pensei comigo, ao me deparar com a Minas que passava sem pressa pela janela, “agora entendo porque mineiro vai de trem”. O trem me deixou numa estação vazia, abandonada quase, só poeira e a sensação de uma viagem no tempo. Não, não tinha viajado no tempo, era a Minas que não conhecia, essa sim anda devagar, muito diferente do ritmo meio frenético belo horizontino ao qual me acostumei. Sensação muito agradável de ter a oportunidade e os olhos muito abertos e sedentos de ver essa nova Minas. Bom sentir-se livre, vida com gosto de pé-de-moleque, na frente o horizonte azul e repleto de montanhas, e no peito a inesquecível sensação dos apaixonados. É, o mineiro pode até deixar Minas, mas Minas nunca sai da gente. Assim que me sinto, a cada dia há uma Minas mais forte dentro de mim. A cada trem, a cada pé-de-moleque, a cada pão de queijo, a cada cafezinho com broa, a cada poema de Drummond, a cada olhar à Serra do Curral, a cada uai, me embebedo apaixonadamente dessa deliciosa Minas Gerais.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Pensamentos breves
Sinto que estou distante do blog, apesar de que não fazem nem duas semanas desde o meu último post. É que muitas coisas aconteceram de lá para cá e não tive muito tempo para escrever, afinal nem sequer pude assimilar tudo direito. As coisas vão tomando seu lugar aos poucos.
Duas semanas e uma mudança de rumo, novo trabalho, nova história, novas perspectivas. Tudo se encaminha para mim, sinto-me bem apesar de algumas pessoas queridas estarem com problemas graves (bem graves eu diria).
Hoje, finalmente, sinto que despertei e sai da banheira na qual estava me afogando, é que a vida bateu na minha porta.
Duas semanas e uma mudança de rumo, novo trabalho, nova história, novas perspectivas. Tudo se encaminha para mim, sinto-me bem apesar de algumas pessoas queridas estarem com problemas graves (bem graves eu diria).
Hoje, finalmente, sinto que despertei e sai da banheira na qual estava me afogando, é que a vida bateu na minha porta.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Hoje sinto que essa música fala de mim. Ou melhor, eu falo através dessa música....
Ángel (Llegas)
No vi las cosas apartadas de ti
Directamente soportabas la luz
Este silencio inmenso desde aun
Es doloroso esta tan sobrio
Hace frio aqui
Abrigate
Tengo tanto miedo de volverte a ver
Si lo que quieres lo pudiste elegir
Despues de todo fue un desperdicio
Tal vez mañana me arrodille a rezar
En las fronteras no hay atoes
Otra vez tu madre
Me vencera
Hasta que puedas descansar
Ahora me voy
Se ha bajado el telón
Llegó la fecha de mi vencimiento
Consigo un supervisor
Que no sepa quien soy
Que me ponga ausente
Y que pase el siguiente
Me ha faltado la respiracion
Ahora he comprobado
Que somos más
Que sangre y barro
Somos las cosas que ha pasado
Hace frio aqui abrigate
Tengo tanto miedo de volverte a ver
Ahora me voy
Se ha bajado el telon
Llegó la fecha de mi vencimiento
Consigo un supervisor
Que no sepa quien soy
Que me ponga ausente
Y que pase el siguiente
Me ha faltado la respiración
Despues de tantas voces
Yo me siento normal
Herido despertando
No ha sido casualidad
Donde, donde te voy a encontrar
Si aqui adentro
Siento una necesidad
De decirte
Que he conocido un angel
Susceptible
Y que me quiere llevar
El poliniza miles
De canciones y cicatrices
Que las hace brotar
Dame un poquito no mas
Dame un poquito no mas
Ángel (Llegas)
No vi las cosas apartadas de ti
Directamente soportabas la luz
Este silencio inmenso desde aun
Es doloroso esta tan sobrio
Hace frio aqui
Abrigate
Tengo tanto miedo de volverte a ver
Si lo que quieres lo pudiste elegir
Despues de todo fue un desperdicio
Tal vez mañana me arrodille a rezar
En las fronteras no hay atoes
Otra vez tu madre
Me vencera
Hasta que puedas descansar
Ahora me voy
Se ha bajado el telón
Llegó la fecha de mi vencimiento
Consigo un supervisor
Que no sepa quien soy
Que me ponga ausente
Y que pase el siguiente
Me ha faltado la respiracion
Ahora he comprobado
Que somos más
Que sangre y barro
Somos las cosas que ha pasado
Hace frio aqui abrigate
Tengo tanto miedo de volverte a ver
Ahora me voy
Se ha bajado el telon
Llegó la fecha de mi vencimiento
Consigo un supervisor
Que no sepa quien soy
Que me ponga ausente
Y que pase el siguiente
Me ha faltado la respiración
Despues de tantas voces
Yo me siento normal
Herido despertando
No ha sido casualidad
Donde, donde te voy a encontrar
Si aqui adentro
Siento una necesidad
De decirte
Que he conocido un angel
Susceptible
Y que me quiere llevar
El poliniza miles
De canciones y cicatrices
Que las hace brotar
Dame un poquito no mas
Dame un poquito no mas
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