Em um texto do Arnaldo Jabor que falava sobre como as pessoas encaravam o sexo ao longo do tempo e das tendências comportamentais de cada década,teve uma frase que me chamou muito a atenção. Ela dissia assim: "O excesso de liberdade está virando obrigação, temos de ser tão soltos que isso desumaniza, mata o desejo, que precisa do afeto, da carência, da solidão".
Fiquei pensando nisso. E não é que é verdade! Claro que é muito legal isso de termos a liberdade de podermos escolher e traçar o nosso caminho, sexualmente falando, sem tantos preconceitos, sem tantos olhares tortos e tals. Digo o sem TANTOS, porque vivendo em Minas não dá para não se deparar vez por outra com a tal e amedrontadora TFM - Tradiconal Família Mineira. Mas, o chato é quando essa liberdade vira obrigação, parece que para estarmos in, para sermos cools precisamos ser descolados, livres de parceiros, desprendidos dessas coisas "caretas" como o amor, a paixão, e o afeto. Respeito muito quem pensa assim, e até acho que isso funciona para um monte de gente, que teve a liberdade de escolher sua vida "amorosa" assim sem que haja um envolvimento além do carnal. Acho até que todo mundo um dia passa ou deveria passar por essa fase, nem que seja para, pelo menos uma vez, sair um pouco dessa ilusão do amor romantico.
Mas isso não deve ser regra. Oras, temos que respeitar aqueles que com a sua liberdade, eligiram tomar um outro caminho. Aqueles que querem mais do que o encontro de dois (ou mais) corpos. O que muitos não entendem é que isso também pode ser uma coisa muito bacana. Eu também acho que todo mundo deveria experimentar isso um dia.
Porém, como disse o Jabor, tudo o que vira obrigação acaba matando o desejo, desumanizando o afeto. E acho que isso vale tanto para um lado como para o outro, tanto na tentativa insana de viver de relacionamentos sem envolvimento, quanto não busca louca pelo amor romantico. Acho, ou melhor tenho certeza, que as coisas devem acontecer naturalmente. Um dia, pode bem acontecer de você ficar só por uma noite com completo desconhecido. E no outro você pode permitir que alguém entre em sua vida. O importante é que deixemos que as coisas aconteçam, que não nos forcemos a coisas que não estão rolando, seja porque não é o nosso tempo, seja porque nosso desejo não permita, seja lá qual for o motivo. Temos que aprender, acima de tudo, estarmos sozinhos, ouvirmos o que é que nós precisamos. Creio que a chave para melhor usfruirmos de toda essa liberdade que temos hoje em dia é escutarmos nossos desejos, nossos limites (ou a falta deles), tentarmos não ficarmos engessados em uma situação (o que é bom hoje, pode não ser amanhã), e, é claro, deixar que as coisas possam acontecer com você. E viva a liberdade!
Fiquei pensando nisso. E não é que é verdade! Claro que é muito legal isso de termos a liberdade de podermos escolher e traçar o nosso caminho, sexualmente falando, sem tantos preconceitos, sem tantos olhares tortos e tals. Digo o sem TANTOS, porque vivendo em Minas não dá para não se deparar vez por outra com a tal e amedrontadora TFM - Tradiconal Família Mineira. Mas, o chato é quando essa liberdade vira obrigação, parece que para estarmos in, para sermos cools precisamos ser descolados, livres de parceiros, desprendidos dessas coisas "caretas" como o amor, a paixão, e o afeto. Respeito muito quem pensa assim, e até acho que isso funciona para um monte de gente, que teve a liberdade de escolher sua vida "amorosa" assim sem que haja um envolvimento além do carnal. Acho até que todo mundo um dia passa ou deveria passar por essa fase, nem que seja para, pelo menos uma vez, sair um pouco dessa ilusão do amor romantico.
Mas isso não deve ser regra. Oras, temos que respeitar aqueles que com a sua liberdade, eligiram tomar um outro caminho. Aqueles que querem mais do que o encontro de dois (ou mais) corpos. O que muitos não entendem é que isso também pode ser uma coisa muito bacana. Eu também acho que todo mundo deveria experimentar isso um dia.
Porém, como disse o Jabor, tudo o que vira obrigação acaba matando o desejo, desumanizando o afeto. E acho que isso vale tanto para um lado como para o outro, tanto na tentativa insana de viver de relacionamentos sem envolvimento, quanto não busca louca pelo amor romantico. Acho, ou melhor tenho certeza, que as coisas devem acontecer naturalmente. Um dia, pode bem acontecer de você ficar só por uma noite com completo desconhecido. E no outro você pode permitir que alguém entre em sua vida. O importante é que deixemos que as coisas aconteçam, que não nos forcemos a coisas que não estão rolando, seja porque não é o nosso tempo, seja porque nosso desejo não permita, seja lá qual for o motivo. Temos que aprender, acima de tudo, estarmos sozinhos, ouvirmos o que é que nós precisamos. Creio que a chave para melhor usfruirmos de toda essa liberdade que temos hoje em dia é escutarmos nossos desejos, nossos limites (ou a falta deles), tentarmos não ficarmos engessados em uma situação (o que é bom hoje, pode não ser amanhã), e, é claro, deixar que as coisas possam acontecer com você. E viva a liberdade!
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