E agora? Me pergunto. E agora que a vida profissional parece começar a entrar nos eixos? Agora não posso mais varrer para debaixo do tapete os outros aspectos da minha vida. A bem da verdade é que quando a minha vida profissional andava mal tinha a desculpa, que nem era tão desculpa assim, que não podia cuidar de outras coisas. Afinal, tinha que focar em conseguir um emprego na minha área, esse era o foco e nada nem ninguém podiam me desviar do meu propósito. Emprego conseguido, claro que não posso me descuidar desse aspecto, afinal meu contrato, a princípio é só até novembro. Mas fato é que posso respirar um pouco. Mas paro para respirar e olho ao meu redor e me pergunto e o que eu tenho além da minha vida profissional? Putz, comecei com a corda toda, trabalhando a valer. Paro e vejo que em todo momento que me foquei nisso deixei totalmente de lado as outras coisas. Porquê? Pode ter sido só para concentrar as minhas energias no campo profissional...
Mas a bem da verdade é que nem eu caio nessa conversa. Não foi para focar na minha profissão que deixei as outras coisas de lado. Deixei-as de lado porque a bem da verdade é que me cansei de lidar com elas, não sei o que fazer para arrumar essas outras esferas. Sinto-me uma grande incompetente. Isso mesmo, uma incompetente.
Tenho que admitir que a linha que adotei para levar meus relacionamentos “amorosos” faliu completamente, apesar de ser uma linha tida como pós-moderna e bacana. Para quem vê de fora pode até pensar “putz, que menina bacana. Leva a vida dela tranqüila, no foda-se para os homens. Fica com quem bem entende. Se querem ela bem, se não querem amém, problema deles”. É foda, mas o esforço despendido para parecer tudo bem, e eu estar desencanada, às vezes é alto demais. São dias de uma solidão avassaladora, é pensar nos outros e ninguém pensar em ti. É ninguém te ligar no fim de semana, ou mesmo no meio da semana, para perguntar como foi o seu dia e se você está afim de tomar um sorvete ou sair com uma turma diferente da sua.
Não sei se não saio dessa por um fiapo de esperança de que esse esquema ainda pode dar certo ou se por pura incompetência para sair dele. Penso, e nem preciso pensar muito, para perceber a dura verdade. A verdade é que não inspiro em outras pessoas a magia, o encantamento meio cego, essa coisa essencial para o “amor”. Complicado, mas quanto mais pós-moderna e bacana mais complicada ficam as coisas no plano “amoroso”. Acho que sou imperfeita e complicada demais, para caras que almejam as perfeitinhas e bonitinhas em excesso, e dessa fase, já passei faz tempo (graças a Deus!).
Mas a bem da verdade é que nem eu caio nessa conversa. Não foi para focar na minha profissão que deixei as outras coisas de lado. Deixei-as de lado porque a bem da verdade é que me cansei de lidar com elas, não sei o que fazer para arrumar essas outras esferas. Sinto-me uma grande incompetente. Isso mesmo, uma incompetente.
Tenho que admitir que a linha que adotei para levar meus relacionamentos “amorosos” faliu completamente, apesar de ser uma linha tida como pós-moderna e bacana. Para quem vê de fora pode até pensar “putz, que menina bacana. Leva a vida dela tranqüila, no foda-se para os homens. Fica com quem bem entende. Se querem ela bem, se não querem amém, problema deles”. É foda, mas o esforço despendido para parecer tudo bem, e eu estar desencanada, às vezes é alto demais. São dias de uma solidão avassaladora, é pensar nos outros e ninguém pensar em ti. É ninguém te ligar no fim de semana, ou mesmo no meio da semana, para perguntar como foi o seu dia e se você está afim de tomar um sorvete ou sair com uma turma diferente da sua.
Não sei se não saio dessa por um fiapo de esperança de que esse esquema ainda pode dar certo ou se por pura incompetência para sair dele. Penso, e nem preciso pensar muito, para perceber a dura verdade. A verdade é que não inspiro em outras pessoas a magia, o encantamento meio cego, essa coisa essencial para o “amor”. Complicado, mas quanto mais pós-moderna e bacana mais complicada ficam as coisas no plano “amoroso”. Acho que sou imperfeita e complicada demais, para caras que almejam as perfeitinhas e bonitinhas em excesso, e dessa fase, já passei faz tempo (graças a Deus!).
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